A Priberam acaba de disponibilizar gratuitamente e online o guia Nova Ortografia – Modo de Usar (Português do Brasil), destinado a todos aqueles que possam ter dúvidas sobre a nova ortografia ou que pretendam começar a aplicar o Acordo Ortográfico de 1990, que recentemente entrou em vigor no Brasil.
Trata-se de um guia resumido sobre o que muda com o novo Acordo Ortográfico na língua portuguesa em uso no Brasil. É de acesso gratuito e está disponível em formato PDF, para que qualquer pessoa o possa consultar, imprimir ou partilhar.
Organizado pela Universidade de Coimbra, no âmbito das comemorações do seu 725.º aniversário, o evento irá abordar temas como o ensino da língua portuguesa, a sua presença na era digital e na sociedade de informação, as dinâmicas da sua evolução, a sua pluralidade e diversidade, incluindo também eventos culturais.
Informações sobre o programa aqui.
O Instituto de Lexicologia e Lexicografia da Língua Portuguesa, órgão da Academia das Ciências de Lisboa, promove nos próximos dias 9 e 10 um colóquio que irá abordar questões relacionadas com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990.
A programação detalhada do evento, que terá lugar no salão nobre da Academia das Ciências, pode ser consultada aqui. A entrada é gratuita mas os interessados em participar devem enviar uma mensagem para o endereço illlp@acad-ciencias.pt.
O encontro, que reúne académicos e escritores, é de entrada livre e irá debruçar-se sobre temas relacionados com lusofonia, literatura, língua portuguesa, açorianidade e estudos de tradução.
De 10 a 15 de Abril, decorre em São Paulo, no Brasil, o evento Minha pátria, minha língua.
Promovido pela Livraria Cultura e pelo jornal português Público, o evento é de entrada gratuita e vai reunir escritores brasileiros e portugueses para dar a conhecer os novos nomes da literatura de língua portuguesa e para debater a obra de autores consagrados, como Fernando Pessoa e Eça de Queirós.
Informação sobre programação, participantes, local e contactos pode ser consultada aqui.
No próximo dia 25 tem início o XXII Colóquio da Lusofonia, na Casa Municipal da Cultura, em Seia.
As sessões são abertas ao público e irão debater temas como lusofonia, literatura, ensino, formação, língua portuguesa no mundo e estudos de tradução, nomeadamente de e para português.
Prestamos homenagem ao escritor brasileiro João Ubaldo Ribeiro (Prémio Camões 2008), falecido hoje no Rio de Janeiro, através dos seguintes excertos das suas crónicas, onde é bem visível a relação do autor com a língua portuguesa.
«[...] Um pouco febril às vezes, chegava a ler dois ou três livros num só dia, sem querer dormir e sem querer comer porque não me deixavam ler à mesa -- e, pela primeira vez em muitas, minha mãe disse a meu pai que eu estava maluco, preocupação que até hoje volta e meia ela manifesta.
-- Seu filho está doido -- disse ela, de noite, na varanda, sem saber que eu estava escutando. -- Ele não larga os livros. Hoje ele estava abrindo os livros daquela estante que vai cair para cheirar.
-- Que é que tem isso? É normal, eu também cheiro muito os livros daquela estante. São livros velhos, alguns têm um cheiro ótimo.
-- Ontem ele passou a tarde inteira lendo um dicionário.
-- Normalíssimo. Eu também leio dicionários, distrai muito. Que dicionário ele estava lendo?
-- O Lello.
-- Ah, isso é que não pode. Ele tem que ler o Laudelino Freire, que é muito melhor. Eu vou ter uma conversa com esse rapaz, ele não entende nada de dicionários. Ele está cheirando os livros certos, mas lendo o dicionário errado, precisa de orientação. [...]»
João Ubaldo Ribeiro, “Memória de livros” in Um brasileiro em Berlim, Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1995, pág. 137, via Projeto Releituras [página consultada em 18-07-2014].
«A gramática é a mais perfeita das loucuras, sempre inacabada e perplexa, vítima eterna de si mesma e tendo de estar formulada antes de poder ser formulada — especialmente se se acredita que no princípio era o Verbo. Estou estudando gramática e fico pasmo com os milagres de raciocínio empregados para enquadrar em linguagem “objetiva” os fatos misteriosos da língua. Alguns convencem, outros não. Estes podem constituir esforços meritórios, mas se trata de explicações que a gente sente serem meras aproximações de algo no fundo inexprimível, irrotulável, inclassificável, impossível de compreender integralmente. Mas vou estudando, sou ignorante, há que aprender. Meu consolo é que muitas das coisas que me afligem devem afligir vocês também. Ou pelo menos coisas parecidas. [...]»
João Ubaldo Ribeiro, “Questões gramaticais” in Arte e ciência de roubar galinha: crônicas, Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1998, pp. 96-100, via Scribd [página consultada em 18-07-2014].
«Celebrar o aniversário da nossa língua é um enorme atrevimento. E fazê-lo numa data precisa envolve obviamente algum grau de arbitrariedade; e de escolha. É, na verdade, uma escolha: escolhemos 27 de Junho de 1214.»
Assim à primeira vista pode não parecer, mas o texto da imagem acima, datado de 27 de Junho de 1214 (ou seja, «IIII.or dias por andar de junio, E(r)a M.ª CC.ª Lª II.ª», não esquecendo de fazer o desconto de 38 anos do calendário da era hispânica...), é considerado o primeiro documento oficial escrito em português. Trata-se do testamento do terceiro rei de Portugal, D. Afonso II, onde, se olharmos beeeeeeeeem de perto (e com muitos conhecimentos paleográficos), se pode ler:
«En'o nome de Deus. Eu rei don Afonso pela gracia de Deus rei de Portugal, seendo sano e saluo, temëte o dia de mia morte, a saude de mia alma e a proe de mia molier raina dona Orraca e de me(us) filios e de me(us) uassalos e de todo meu reino fiz mia mãda p(er) q(ue) de pos mia morte mia molier e me(us) filios e meu reino e me(us) uassalos e todas aq(ue)las cousas q(ue) De(us) mi deu en poder sten en paz e en folgãcia. P(ri)meiram(en)te mãdo q(ue) meu filio infante don Sancho q(ue) ei da raina dona Orraca agia meu reino enteg(ra)m(en)te e en paz. E ssi este for morto sen semmel, o maior filio q(ue) ouuer da raina dona Orraca agia o reino entegram(en)te e en paz. E ssi filio barõ nõ ouuermos, a maior filia q(ue) ouuuermos agia'o [...]»
Neste texto de D. Afonso II é utilizada oficialmente uma língua já falada pelo povo e distanciada do latim. Passados oito séculos, a versão ortográfica actual do início desse documento seria esta:
«Em nome de Deus. Eu rei dom Afonso pela graça de Deus rei de Portugal, sendo são e salvo, temente o dia de minha morte, a saúde de minha alma e a prole de minha mulher rainha dona Urraca e de meus filhos e de meus vassalos e de todo meu reino fiz minha manda para que depois da minha morte minha mulher e meus filhos e meu reino e meus vassalos e todas aquelas coisas que Deus me deu em poder estejam em paz e em folgança. Primeiramente mando que meu filho infante dom Sancho que hei da rainha dona Urraca haja meu reino integramente e em paz. E se este for morto sem semente, o maior filho que houver da rainha dona Urraca haja o reino integramente e em paz. E se filho barão não houvermos, a maior filha que houvermos o haja [...]»
Homenageamos com este texto o escritor português Vasco Graça Moura, falecido recentemente em Lisboa:
quando eu morrer murmura esta canção
que escrevo para ti. quando eu morrer
fica junto de mim, não queiras ver
as aves pardas do anoitecer
a revoar na minha solidão.
quando eu morrer segura a minha mão,
põe os olhos nos meus se puder ser,
se inda neles a luz esmorecer,
e diz do nosso amor como se não
tivesse de acabar, sempre a doer,
sempre a doer de tanta perfeição
que ao deixar de bater-me o coração
fique por nós o teu inda a bater,
quando eu morrer segura a minha mão.
Vasco Graça Moura, "Soneto do Amor e da Morte", in Antologia dos Sessenta Anos
De 13 de Fevereiro a 13 de Março decorre, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, um ciclo dedicado à história da língua portuguesa, conduzido pelo Professor Doutor Ivo Castro, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Durante as cinco sessões, serão abordados temas como a origem, as transformações sofridas e as perspectivas de futuro da língua portuguesa. A entrada é livre, mediante inscrição prévia. Mais informações aqui.
(José Eduardo Agualusa, © Daniel Rocha)
«Sou um angolano de origem portuguesa – o que faz de mim quase um brasileiro, e há longos anos que me acho no papel de passageiro em trânsito pelos diferentes territórios onde prospera a nossa língua. Esta deriva, quase sempre feliz, tem contribuído para aumentar o meu interesse pela vida das palavras. [...]
Quanto mais me apaixono pela nossa língua, e mais me aproximo dela, melhor a vejo, inteira, na sua diversidade. A língua segue sendo uma só, embora rio de muitas águas, a cada dia mais largo e mais profundo.
Nunca como hoje houve tanta circulação de pessoas, de ideias, de palavras, no espaço da nossa língua. Nunca estivemos tão próximos como agora. São portugueses que emigram para Angola ou para o Brasil. Brasileiros que, tendo vivido longos anos em Portugal, regressam a casa. Brasileiros, por outro lado, a fixarem-se em Angola. Todo este trânsito vem democratizando ainda mais a língua comum. Não existe hoje um centro de poder. Portugal recebe tanto quanto dá. Jovens portugueses falam como angolanos. Angolanos apropriam-se de termos brasileiros. Muitas vezes não se trata sequer de importação, mas de regressos.
O que eu amo, pois, é este idioma democrático, plurinacional, que a todos pertence e a todos igualmente se entrega e enriquece. Esta nossa Língua Geral.»
José Eduardo Agualusa, “Esta nossa Língua Geral” in Jornal de Letras, n.º 1082, 21-03 a 03-04 de 2012, pp. 8-9.
(Mia Couto, © Daniel Rocha)
«Estava já eu predisposto a escrever mais uma crónica quando recebo a ordem: não se pode inventar palavra. Não sou homem de argumento e, por isso, me deixei. Siga-se o código e calendário das palavras, a gramatical e dicionárica língua. Mas ainda, a ordem era perguntosa: "já não há respeito pela língua-materna?" [...]
Estraga-se a decência, o puro sangue do idioma. E porquê? Por causa dessas contribuições dispérsicas que chegam à língua sem atestado nem guia de marcha. Devia exigir-se, à entrada da língua um boletim de inspecção. E montavam-se postos de controlo, vigilanciosos.
Se forem criados tais postos eu mesmo me voluntario. Uma espécie de milícia da língua, com braçadeira, a mandar parar falantes e escreventes. A revistar-lhes o vocabulário, a inspeccionar-lhes o saco da gramática.
- Vem de onde essa palavra?
E mesmo antes da resposta, eu, arrogancioso:
- Não pode passar. Deixa ficar tudo aqui no posto.
Os queixosos, nas cartas dos leitores, reclamando. E eu, abusando dos abusos, rindo-me deles. Mas não me divertindo de alma inteira, não. Porque a vida é uma grande fábrica de imagineiros e há muita estrada para poucos postos vigilentos. [...]»
Mia Couto, “Escrevências desinventosas”, in Cronicando (Lisboa: Caminho, col. «Uma terra sem amos», n.º 52, 1991, pp. 167-169).

(Ondjaki, © Rui Gaudêncio)
«[...] depois das tempestades todas de ser para escrever, de escutar para recontar, de ir buscar no passado umas coisas tão lindas que não eram de ser estivadas, mas acariciadas – eram memórias de outras épocas que me chegavam pela voz da avó Agnette, e as lições da escola, e os autores que andavam a sonhar um [sic] língua de estrear novos ritmos, mais a máquina de escrever da minha mãe, e os rumores das estigas faladas, arremessadas contra a parede da nossa infância cheia de curvas – ritmo e cadências que haveria de ter que lembrar para pisar em frente na vida...
hoje que te vejo, senhora dona língua portuguesa, esse teu nome é plural…; de ti fizemos também corpo criativo – “língua desportuguesa”… – e com o carinho que te temos, se fosses uma velhinha acariciava-te as mãos e beijava-te os olhos mas, ah!, se habitasses o corpo de uma mulher madura dessas a que o sabor se pressente de olhos quietos, então confesso que a noite seria de amor. estranho amor. profundo amor.
depois dos contornos todos da palavra “travessia”, durante todas as “madrugadas”, entre “varanda e arejamento”, pisando “solidões”, tecendo “falésias” fecho os olhos e sorrio ao pensar que eu nasceria perto do teu corpo – outra e outra vez...»
Ondjaki, “Nome plural” in Jornal de Letras, n.º 1082, 21-03 a 03-04 de 2012, p. 14.
Subordinado ao tema “Língua Portuguesa Global – Internacionalização, Ciência e Inovação”, o evento irá debruçar-se sobre a afirmação do português em organismos internacionais, na divulgação científica e na comunicação digital.
Trata-se de uma iniciativa do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, em parceria com o Instituto Camões, a CPLP e algumas universidades portuguesas, que irá reunir académicos e responsáveis políticos para debater e avaliar a aplicação do plano aprovado na conferência anterior, realizada no Brasil em 2010.
Para mais informações, consultar o programa disponível aqui.
O evento, organizado pela Comissão Temática de Promoção e Difusão da Língua Portuguesa da CPLP, propõe-se discutir o papel das sociedades civis na promoção, divulgação e projecção da língua portuguesa.
Para mais informações, consultar o programa disponível aqui.
Prestamos homenagem ao escritor português Urbano Tavares Rodrigues, falecido hoje em Lisboa:
“– E que sentido tem a nossa vida?, que responsabilidade não será amanhã a nossa se ficarmos quietinhos a assistir ao descalabro, nesta grande prisão de gente bem comportada, que é, ao mesmo tempo, o palco de uma peça de Ionesco, onde se tomam a sério as maiores imbecilidades e o bem se confunde a todo o momento com a injustiça, com a hipocrisia?!”
Urbano Tavares Rodrigues, Terra Ocupada, Livraria Bertrand, 1964
Realiza-se na próxima quinta-feira, dia 31, na Academia das Ciências de Lisboa, a conferência “ A Sociedade Civil no Plano de Ação de Brasília”, que se irá debruçar sobre o ensino da língua portuguesa no mundo, sobre o papel da língua portuguesa na comunicação social e nas organizações internacionais e sobre a participação da sociedade civil na afirmação da língua portuguesa.
Em Portugal, onde o período de transição para a nova ortografia decorre até 2015, o Partido Comunista Português acaba de propor a criação de um grupo de trabalho na Assembleia da República para acompanhar o processo de implementação do Acordo Ortográfico.
Já a Academia das Ciências de Lisboa, órgão consultivo do governo português em matéria linguística, não se pronunciou sobre o assunto. Talvez porque tenha estado atarefada na publicação do seu Vocabulário Ortográfico Atualizado da Língua Portuguesa, previsto para 2009 mas só agora editado pela Imprensa Nacional Casa da Moeda (e estranhamente ausente do radar noticioso português).
Hoje, a partir das 18h, a Fundação José Saramago comemora em Lisboa os 100 anos do nascimento do escritor baiano Jorge Amado (1912-2001) com um programa que inclui leituras encenadas de excertos de obras do autor, música, capoeira e uma exposição.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa comemora esta data com a inclusão do verbete amadiano.
Já dissemos aqui que uma das dificuldades da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 (AO) reside, em parte, no próprio texto legal, que não prevê soluções para muitos dos problemas que cria, pois é lacunar, ambíguo ou incoerente em alguns aspectos.
Se, num momento inicial, alguma polémica era alimentada pelo desconhecimento do texto legal, acresce a esse desconhecimento a tendência de ver o AO como bode expiatório para qualquer tipo de erro em língua portuguesa.
Hoje, por exemplo, é noticiado no jornal português Diário de Notícias que uma apresentadora de televisão foi criticada pelos fãs, na sua página do Facebook, pelo seguinte comentário: "Não, não vou seguir o acordo ortográfico! Vou continuar a dizer, morto e não matado. Pago e não pagado".
Nem os escritores parecem escapar a esta tendência:
Com visibilidade pública ou sem ela, muitos são os escreventes e falantes de língua portuguesa que afirmam que determinado erro se deve ao AO, quando tal não é o caso.
Apesar de errar ser humano, ninguém gosta que lhe apontem erros ortográficos (ou outros...), mas não será o AO uma desculpa demasiado fácil?
Moçambique tornou-se esta semana o sétimo país da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ( CPLP) a ratificar o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, na sequência do Brasil (2004), de Cabo Verde (2006), de São Tomé e Príncipe (2006), de Portugal (2008), de Timor-Leste (2009) e da Guiné-Bissau (2009).
Dos oito Estados-membros que compõem a CPLP, só Angola não ratificou o documento. Note-se que, segundo o Jornal de Angola Online, o ministro da Educação angolano reiterou a necessidade de haver correcções ao Acordo Ortográfico de 1990 para a sua aplicação no país.
A posição de Angola parece estar de certo modo salvaguardada na declaração final da VIIª conferência de ministros da Educação da CPLP, realizada em Luanda em finais de Março, que refere, no ponto 1, que “ [a] aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 no processo de ensino e aprendizagem revelou a existência de constrangimentos que podem, no futuro, dificultar a boa aplicação do Acordo”. No ponto 3, incumbe-se o Secretariado Técnico Permanente da CPLP de proceder ao diagnóstico de tais constrangimentos e a “ [a]cções conducentes à apresentação de uma proposta de ajustamento do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa de 1990, na sequência da apresentação do referido diagnóstico”.
Adenda (22-06-2012):
Em comunicado de imprensa posterior à publicação do texto acima, o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique veio esclarecer que Moçambique ainda não ratificou o Acordo Ortográfico e que as notícias difundidas se ficaram a dever a uma “imprecisão de linguagem". Afinal, no passado dia 7 de Junho, o Conselho de Ministros moçambicano aprovou apenas a proposta de resolução que valida o acordo, a qual deverá ser submetida à Assembleia da República, entidade a quem compete a sua ratificação.
 O XVII Colóquio da Lusofonia começa hoje em São Miguel, nos Açores, e decorre até dia 3 de Abril. As sessões são abertas ao público e irão debater temas como lusofonia, literatura, ensino, formação, língua portuguesa no mundo e estudos de tradução, nomeadamente de e para português. Mais informações, aqui.
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