Como aqui se publicitou em Outubro, a União Latina e a Fundação Calouste Gulbenkian realizaram o colóquio internacional “Língua portuguesa e culturas lusófonas num universo globalizado”, dedicado ao papel da língua portuguesa no mundo. Os participantes do encontro fizeram várias recomendações, agora disponíveis no site da União Latina, e algumas delas saltam à vista, nomeadamente a elaboração de “ uma gramática única da língua portuguesa, que reflicta as características de todos os países que compõem a CPLP” e de “ um dicionário comum a todas as variantes da língua portuguesa”. Esperemos que, a passarem de recomendações, estes projectos tenham melhor sorte do que o do vocabulário comum referido no art. 2º do Acordo Ortográfico de 1990.
Nem sempre a blogosfera permite o contraditório. Mas neste caso permitiu. Assim mesmo. Helder Guégués argumentou assim: “ «Foi já no Governo que Maria João Seixas o re-encontrou, acedendo ao convite para ser sua assistente» («O mais civil dos militares de Abril», Paulo Chitas, Visão, 13.01.2011, p. 43). Como já aqui escrevi uma vez, salvo para afirmar, na Base II, n.º 2, b), que o h inicial é suprimido quando, por via de composição, passa a interior e o elemento em que figura se aglutina ao precedente (reabilitar, reaver), nunca o Acordo Ortográfico de 1990 refere o prefixo re-, mas nem mesmo a omissão deixou a salvo a regra que tradicionalmente se observa. Parece que confiaram tudo ao corrector ortográfico Flip 7, da Priberam, que interpretou erradamente a Base XVI do Acordo Ortográfico de 1990 («Do hífen nas formações por prefixação, recomposição e sufixação»). Concretamente, a origem do erro está na interpretação da alínea b), n.º 1, daquela base: «Nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento: anti-ibérico, contra-almirante, infra-axilar, supra-auricular; arqui-irmandade, auto-observação, eletro-ótica, micro-onda, semi-interno.» Os redactores do acordo foram imprudentes ao não referirem as excepções. «Um caso», comentou aqui o leitor Franco e Silva, «é aquele que muito bem comenta, o do prefixo re- quando se segue palavra iniciado com e, em que o bom senso e a antiquíssima e estabilizada tradição vocabular justifica a fusão dos elementos (como em reeditar e reeleger, etc.). Outro caso é o do prefixo sub- quando se segue um elemento vocabular iniciado por r ou b (sub-reptício, sub-roda, sub-base, sub-bibliotecário, etc.) em que o bom senso, a cimentada tradição vocabular e até a orientação de pronunciação justificam a sua manutenção. Causa estranheza que conceituados linguistas aceitem a segunda excepção, mas não a primeira, a contrario do VOLP (ALB), que na nossa opinião muito bem, pontificaram como distracções as lamentáveis omissões da comissão luso-brasileira do A.O. e hifenizaram tais palavras.» E agora uma experiência: pego na frase da Visão e analiso-a no conversor ortográfico da Porto Editora, gratuito. Resultado: «17 palavras analisadas, 0 modificadas — 0% alteradas». Muito bem, então agora modifico a frase: «Foi já no Governo que Maria João Seixas o reencontrou, acedendo ao convite para ser sua assistente.» Resultado: «17 palavras analisadas, 0 modificadas — 0% alteradas». Poderá haver análises mais científicas, com recurso a algoritmos e não sei que mais, mas eu estou satisfeito.” E a Priberam contra-argumentou assim: “ No seu blogue, que a Priberam preza e acompanha com regularidade, numa publicação de 29-01-2011 com o título de “O prefixo «re-» no AOLP” [post 4372], afirma que o FLiP 7, da Priberam, “interpretou erradamente a Base XVI do Acordo Ortográfico de 1990 («Do hífen nas formações por prefixação, recomposição e sufixação»).” Mais refere que “a origem do erro está na interpretação da alínea b), n.º 1, daquela base: «Nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento: anti-ibérico, contra-almirante, infra-axilar, supra-auricular; arqui-irmandade, auto-observação, eletro-ótica, micro-onda, semi-interno.»”. Relativamente a este assunto, a Priberam gostaria de manifestar respeito pela sua opinião e partilhar consigo os fundamentos das nossas opções sobre o assunto da sua publicação. Segundo o disposto na Base XVI, 1.º, alínea b) do Acordo Ortográfico de 1990, utiliza-se o hífen “nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento”. É esta regra que justifica, por exemplo, a nova grafia de sobre-endividamento, cujo prefixo surge no exemplário apresentado no ponto 1º da referida base. O texto do Acordo Ortográfico é inequívoco relativamente ao uso de hífen com um prefixo que termina na mesma vogal com que se inicia o elemento seguinte, pelo que esta regra deveria ser também aplicada ao prefixo re-. Para este ponto, o texto legal estabelece uma única excepção, na nota à alínea b) do ponto 1.º da Base XVI, referindo-se apenas ao prefixo co-, que deverá ser usado sempre sem hífen. Com o Acordo de 1990, as regras para o uso do hífen nos casos de prefixação passam a ser gerais e contextuais, ao contrário do Acordo de 1945, que aplicava regras específicas a um prefixo ou a um grupo fechado de prefixos. Foi este o entendimento inicial da Priberam, uma vez que outra interpretação contraria claramente a letra e o espírito do Acordo Ortográfico, estabelecendo uma excepção não prevista. A Priberam entendeu que seria ilógico tomar a excepção prevista para co- como modelo para re-, uma vez que as excepções devem estar explícitas no texto e não ser obtidas por dedução. Também a "Nota Explicativa" (ponto 6.3) reitera o que é referido na base XVI, 1.º, alínea b): "uniformiza-se o não emprego do hífen, do modo seguinte: (...) Nos casos em que o prefixo ou o pseudoprefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente daquela, as duas formas aglutinam-se, sem hífen". Como este não é o caso nas sequências re-e..., o hífen deveria ser usado neste contexto. Apesar disto, no Brasil, a Academia Brasileira de Letras (ABL), no seu Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (São Paulo: Global, 2009) [VOLP], entendeu que deveria instituir uma excepção para o prefixo re-. A única justificação apresentada pela Comissão de Lexicologia e Lexicografia da ABL na "Nota explicativa" (pp. LI a LIII) do referido Vocabulário é que uma das medidas tomadas foi "incluir, por coerência e em atenção à tradição lexicográfica, os prefixos re-, pre- e pro- à excepcionalidade do prefixo co-". Se para os prefixos pre- e pro- parece haver uma justificação, não pela alínea b) do ponto 1.º da Base XVI, mas pela alínea f), o mesmo não acontece com o prefixo re-. Por outro lado, é invocada a tradição lexicográfica quando se trata de um tópico sobre o qual o Acordo Ortográfico se pronuncia, alterando justamente a tradição lexicográfica e as indicações prescritas pelo Acordo Ortográfico anterior. Em Portugal, o Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC), cujo Vocabulário Ortográfico do Português (VOP) foi recentemente adoptado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 8/2011, publicada em 25 de Janeiro de 2011 no Diário da República n.º 17, I Série, pág. 488, seguiu a mesma interpretação da ABL. A Priberam manteve a sua interpretação inicial de grafar re-e... até à data em que o VOP passou a ser indicado nesta resolução como uma obra lexicográfica de referência em Portugal, nomeadamente no ensino, a partir do ano lectivo de 2011/2012. Os recursos linguísticos da Priberam têm vindo a ser alterados desde 25 de Janeiro de 2011 para seguir a excepção instituída pelo VOLP da ABL e seguida pelo VOP do ILTEC. Sublinhe-se que esta é uma opção que decorre da publicação do VOLP e do VOP e não da aplicação da letra e do espírito do Acordo Ortográfico, cujo texto altera inúmeros outros casos de grafias tradicionalmente estáveis. Como exemplo de grafias em que o AO vai contra a tradição lexicográfica, pode referir-se novamente o prefixo sobre-, que já em obras do século XVIII (como o Vocabulario Portuguez & Latino, de Raphael Bluteau [1728] ou o Diccionario da lingua portugueza, de Antonio de Moraes Silva [1789]) ou do início do século XX (como o Novo Diccionário da Língua Portuguesa, de Cândido de Figueiredo [1913]) era sempre grafado sem hífen quando o elemento seguinte se iniciava com a letra e. Em determinados pontos em que o AO é omisso ou não explicita regras gerais (como, por exemplo, no caso de alforge/alforje ou de connosco/conosco), a tradição do registo lexicográfico de certas palavras poderá ser um argumento invocável, uma vez que não há outra maneira de se saber ou inferir qual a ortografia a adoptar. Se a tradição lexicográfica pudesse ser invocada constantemente como argumento para a manutenção de determinadas grafias, os acordos ortográficos deixariam de fazer sentido, uma vez que o objectivo destes é precisamente a alteração ou simplificação de determinadas grafias e regras ortográficas (por vezes divergentes), preconizadas durante décadas por obras lexicográficas. O texto do Acordo de 1990 não prevê soluções para muitos dos problemas que cria e é lacunar, ambíguo ou incoerente em alguns aspectos, pelo que foi necessário definir linhas gerais explícitas e fornecer ao utilizador a explicação de algumas opções tomadas pela Priberam, que estiveram sempre disponíveis ao público (cf. http://www.priberam.pt/docs/CriteriosFLiPAO.pdf), desde o primeiro produto com opção de correcção e consulta segundo a nova grafia. A reflexão acima, ainda que longa, pretende apenas apresentar uma posição que entendemos defensável (não podendo ser qualificada de erro), pois as várias versões do FLiP que incluem a ortografia segundo o Acordo Ortográfico de 1990 foram desenvolvidas ao longo de vários anos, com um trabalho contínuo baseado no texto legal, dada a ausência de instrumentos lexicográficos reguladores autorizados, nomeadamente o "vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa", previsto no art.º 2.º do texto do Acordo, que permitam substituir as obras tidas como referência maior na lexicografia portuguesa, de que são exemplo o Tratado de Ortografia e o Vocabulário da Língua Portuguesa de Rebelo Gonçalves.”
... introduzir novas funcionalidades no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, que permitem visualizar as estatísticas de consulta da palavra pesquisada, as suas ocorrências em notícias online e blogues, bem como a lista de palavras relacionadas. Trata-se de uma forma rápida de mostrar o uso real e em contexto de determinada palavra:  E descobrir, pouco tempo depois, via Facebook e via Twitter, que as novas funcionalidades já estão a ser utilizadas e são do agrado dos nossos consulentes:
 Priberam Machine Learning Lunch Seminar Speaker: Mariana Almeida (IT) Venue: IST Alameda, Sala PA2 (Edifício de Pós-Graduação) Date: Wednesday, February 2nd, 2011 Time: 13:00 Lunch will be provided Title: "Blind Separation and Blind Deblurring of Natural Images" Abstract: The thesis addresses two important nonlinear inverse problems in image processing: the separation of show-through and the bleed-trough mixtures and the blind deblurring of images. New solutions to cope with their high levels of indetermination are proposed. Two separation methods are developed for the first problem. In a first approach, the indeterminacy of nonlinear Independent Component Analysis (ICA) is reduced through the use of a physical model with only four parameters. Based on other properties, a wavelet-based method is also developed. This non-iterative approach performs space-variant non pixel-wise separation. Both techniques reach separation results competitive with those of other methods. Regarding blind deblurring, the technique that is developed does not impose strong restrictions on the blurring filter, overcoming the ill-posedness of Blind Image Deconvolution (BID) by initially considering the main image edges and, progressively, handling fainter and smaller ones. The BID technique is extended for deblurring shift-variant degradations in which the blurred image consists of two layers that were subjected to different degradations. The approach is successfully tested on several images, with a variety of synthetic and real-life blurs, both in shift-invariant and two-layer problems. The deblurring results are visually and quantitatively better than those obtained with other state-of-the-art methods. -- Bio: Mariana Almeida graduated in Electrical Engineering by the "Instituto Superior Técnico" (IST, the Engineering School of the Technical University of Lisbon), Lisbon, Portugal, in 2005. She also received the PhD degree in the Electrical Engineering Department of IST, in 2010. Her PhD studies were developed in the field of blind image separation and deconvolution, under the supervision of Prof. Luís B. Almeida, at IT - Instituto de Telecomunicacões, Lisbon, Portugal. She is currently a post-doc. student of Prof. Mário Figueiredo and an invited Assintant Professor at "Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa" (ISCTE - Lisbon University Institute), Lisbon, Portugal.
- determina a aplicação do Acordo Ortográfico (AO) no ensino no ano lectivo de 2011-2012;
- determina a aplicação do AO, a partir de 1 de Janeiro de 2012, em todos os serviços, organismos e entidades governamentais, bem como na publicação do Diário da República, o jornal oficial da República Portuguesa;
- adopta o Vocabulário Ortográfico do Português e o conversor Lince como ferramenta de conversão ortográfica de texto para a nova grafia, ambos desenvolvidos pelo Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC);
- prevê a realização de iniciativas de informação, sensibilização e divulgação de conteúdos de esclarecimento da aplicação do Acordo Ortográfico no sítio da Internet de cada departamento governamental.
A Resolução do Conselho de Ministros n.º 8/2011 refere ainda que “O Acordo Ortográfico visa dois objectivos: reforçar o papel da língua portuguesa como língua de comunicação internacional e garantir uma maior harmonização ortográfica entre os oito países que fazem parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). [...] a harmonização ortográfica nos países da CPLP é fundamental para que os cerca de 250 milhões de falantes, presentes em comunidades portuguesas no estrangeiro, nos países de língua oficial portuguesa ou, ainda, integrados no crescente número de pessoas que procuram a língua portuguesa por outras razões, possam comunicar utilizando uma grafia comum” [destacado nosso].
Considerando os objectivos do AO acima referidos, a presente resolução não faz porém qualquer referência ao “vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa", previsto no art.º 2.º do Acordo Ortográfico de 1990, mas torna o Vocabulário Ortográfico do Português uma referência para o português europeu. No Brasil, a obra de referência é o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras.
Janeiro é mês de Sophia.
No dia 26, realiza-se a cerimónia de entrega do espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004) à Biblioteca Nacional de Portugal, que acolhe também uma exposição sobre a escritora.
Nos dias 27 e 28 de Janeiro decorre, na Fundação Calouste Gulbenkian, o colóquio internacional “ Sophia de Mello Breyner Andresen”. Mais informações sobre o programa, aqui.
A Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP) disponibilizou no seu site a entrevista concedida pelo engenheiro Carlos Amaral, administrador da Priberam, no âmbito do II Seminário de Lexicologia da AGLP, em 25 de Setembro de 2010. 1 Título inspirado no filme do realizador britânico Peter Greenaway, The Cook, the Thief, His Wife & Her Lover - O cozinheiro, o ladrão, a sua mulher e o amante dela (1989).
 Priberam Machine Learning Lunch Seminar Speaker: Ivan Selesnick (Polytechnic Institute of New York University, USA) Venue: IST Alameda, Sala PA2 (Edifício de Pós-Graduação) Date: Tuesday, January 18th, 2011 Time: 13:00 Lunch will be provided Title: Resonance-based Signal Analysis Abstract: Numerous signals arising from physiological and physical processes are not only non-stationary but also posses a mixture of sustained oscillations and non-oscillatory transients that are difficult to disentangle by linear methods. Examples of such signals include speech, biomedical and geophysical signals. This talk describes the decomposition of such signals into 'resonance' components: A high-resonance signal is one in which oscillations are sustained; while a low-resonance signal is one comprised mostly of non-oscillatory transients of unspecified shape and duration. While frequency components are straightforwardly defined and can be obtained by linear filtering, resonance components are more difficult to define and procedures to obtain resonance components are necessarily nonlinear. The decomposition algorithm presented in this talk utilizes recent developments in signal processing, including sparse signal representations using SALSA and constant-Q (wavelet) transforms with tunable Q-factors. -- Bio: I received the BS, MEE, and PhD degrees in Electrical Engineering in 1990, 1991, and 1996 from Rice University, Houston, TX. I joined Polytechnic University in 1997, where I am currently an Associate Professor of Electrical and Computer Engineering. In 1997, I was a visiting professor at the University of Erlangen-Nurnberg, Germany. I received an Alexander von Humboldt Fellowship in 1997, and a National Science Foundation Career award in 1999. In 2003 I received the Jacobs Excellence in Education Award from Polytechnic University. As a PhD student I received a DARPA-NDSEG fellowship in 1991. My PhD dissertation received the Budd Award for Best Engineering Thesis at Rice University in 1996 and an award from the Rice-TMC chapter of Sigma Xi. I have been an associate editor of the IEEE Transactions on Image Processing (2002-2007) and of IEEE Signal Processing Letters (2007-2009). I am currently an associate editor of IEEE Transactions on Signal Processing (2009-2011) and an area editor for the same journal (2010-2011). I have also been a member of the IEEE Signal Processing Theory and Methods Technical Committee.
(Fotografia da capa do suplemento “Inovação & Tecnologia” do Diário Económico de 13 de Janeiro de 2011)A propósito da notícia “ Como as marcas atraem clientes no Facebook e no Twitter”, publicada hoje no Diário Económico, e na qual uma das empresas referidas é a Priberam: A Priberam está presente na blogosfera desde Setembro de 2008, no Twitter desde 2009 e no Facebook desde Março de 2010. Tal como para qualquer outra empresa ou instituição atenta às novas formas de interacção social, para a Priberam as redes sociais são um canal de comunicação directa com clientes, potenciais clientes e utilizadores dos nossos serviços. Através delas, conseguimos saber de maneira mais directa e imediata o nível de satisfação dos nossos utilizadores e clientes, aceitar sugestões, críticas ou outro tipo de comentários, o que nos permite maior celeridade na resolução de problemas e no aperfeiçoamento dos nossos produtos. No caso do Facebook, os seguidores da Priberam têm sido uma ajuda valiosa para realizar melhoramentos no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Adicionalmente, também respondemos a uma grande variedade de dúvidas de cariz linguístico, quer quando nos são postas directamente na página ou nos comentários a algumas das nossas publicações. Esta interacção diária permite que haja uma aprendizagem mútua entre a Priberam e os seus clientes ou utilizadores. No Facebook, que já conta com quase 7000 seguidores, realizamos acções de natureza variada: - concursos (até hoje já atribuímos como prémio 4 licenças do FLiP 8); - pequenos passatempos (por exemplo, colocamos fotografias para que os nossos seguidores nos digam os verbetes em que essas imagens se encontram no Dicionário Priberam); - promoção dos nossos produtos e serviços, nomeadamente os que estão disponíveis gratuitamente on-line, como o corrector ortográfico e sintáctico, o conversor para o novo acordo ortográfico, o conjugador, os auxiliares de tradução, etc.; - difusão das novas funcionalidades que vamos implementando no dicionário e nos outros serviços on-line; - divulgação dos textos do blogue da Priberam; - divulgação da palavra e da dúvida linguística do dia; - comunicação das actualizações que vamos realizando aos nossos serviços (as últimas dúvidas respondidas na secção das dúvidas linguísticas, as últimas imagens ilustrativas colocadas no dicionário, etc.); - pequenos inquéritos de satisfação de alguns produtos que comercializamos. No Twitter, e devido ao seu carácter quase telegráfico, divulgamos a palavra do dia, os textos do blogue, os passatempos que realizamos no Facebook, e, claro, respondemos às questões que são colocadas pelos nossos seguidores. No caso do blogue, os temas abordados são mais abrangentes, referindo-se a diversas áreas de acção da Priberam, como a linguística e língua portuguesa, ferramentas jurídicas ou a investigação científica.
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