 Priberam Machine Learning Lunch Seminar Speaker: José Santos (Microsoft) Venue: IST Alameda, Sala EA2 (Torre Norte) Date: Tuesday, May 17th, 2011 Time: 13:00 Lunch will be provided Title: Inductive Logic Programming applied to Bioinformatics Abstract: Inductive Logic Programming (ILP) is a Machine Learning approach with foundations in Logic Programming. The problem specification and the models discovered by ILP systems are both represented as Prolog programs allowing for great expressiveness and flexibility. However, this flexibility comes at a high computational cost and ILP systems are known for their difficulty in scaling-up. Constructing and evaluating complex concepts are two of the main problems that prevent ILP systems from tackling many of the most interesting learning problems. Large concepts cannot be constructed or evaluated simply by parallelizing existing top-down search algorithms or improving the underlying Prolog engine. Novel search strategies and cover algorithms are needed. The main focus of this talk is on how to efficiently construct and evaluate such complex hypotheses in an ILP setting. Namely, we will present an efficient theta-subsumption algorithm that improves over Prolog's SLD-resolution by several orders of magnitude. We will also show how a new bottom-up search strategy coupled with this efficient subsumption algorithm led to the discovery of a better model for a protein-binding application problem. -- Bio: José Santos has a Ph.D. degree in Computer Science (2010) from Imperial College London. In the Ph.D., he worked on the theory and implementation of Inductive Logic Programming (ILP) systems. ILP is a first-order logic form of Machine Learning. José is now a post-doctoral fellow at the Microsoft Language Development Center where he is working on improving Bing’s query rewriting mechanisms so that the Bing backend may return more relevant documents. José also holds a Licenciatura in Informatics Engineering (2004 FCT-UNL), an MSc in Artificial Intelligence (2006 FCT-UNL) and an MSc in BioInformatics (2007 Imperial College). After graduating in 2004 José worked one year at Novabase Business Intelligence.

Para celebrar o papel da língua portuguesa, « um vínculo histórico e um património comum resultantes de uma convivência multissecular que deve ser valorizada», haverá eventos em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. A lista dos principais eventos, por país, pode ser consultada aqui.
Em Lisboa, destaque para a exposição de livros de autores em língua portuguesa, para a leitura de textos de autores da CPLP e para a voz de Manuel Freire a cantar poetas da CPLP, no Instituto Camões. No Auditório da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) da Feira do Livro de Lisboa, às 19h30, haverá um debate sobre a internacionalização da língua e cultura lusófonas, com a presença de Ana Paula Laborinho (presidente do Instituto Camões), Domingos Simões Pereira (secretário executivo da CPLP) e Paulo Teixeira Pinto (presidente da APEL).
Tem início hoje a Feira do Livro de Lisboa, que decorre no Parque Eduardo VII, até dia 15 de Maio. A 81.ª edição deste certame literário, organizado pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), conta com a presença de 140 participantes, em representação de 450 editoras, e prevê a realização de debates, apresentações, lançamentos e sessões de autógrafos. Na agenda de debates não há qualquer referência à forma como o Acordo Ortográfico está ou não a ser adoptado pelas editoras. Não seria interessante ver o tema debatido?
páscoa(latim Pascha, -ae, do hebraico pasach) s. f. 1. Relig. Festa solene dos hebreus, celebrada no 14.º dia da lua de Março, em memória da sua saída do Egipto. (Geralmente com inicial maiúscula.) 2. Relig. Festa dos cristãos em memória da ressurreição de Cristo. (Geralmente com inicial maiúscula.) 3. Época em que se comemora essa festa (ex.: férias de Páscoa). (Geralmente com inicial maiúscula.)
in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa.
À paciência de Job e à paciência de John pode acrescentar-se a paciência de Anatoly. Segundo o jornal norte-americano Star Tribune, Anatoly Liberman, professor da Universidade de Minnesota, dedica-se há mais de duas décadas a um projecto lexicográfico invulgar: um dicionário etimológico analítico, com a história detalhada de 1000 palavras da língua inglesa usualmente consideradas de “origem obscura”. Não se trata de um dicionário comum: é uma obra extensa, em vários volumes, que visa descrever detalhadamente a origem de vocábulos ingleses problemáticos do ponto de vista etimológico, como por exemplo girl (rapariga), oat (aveia) ou witch (bruxa). Em Portugal, a etimologia muito deve a José Pedro Machado (1914-2005), que, com os seus Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa1 e Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa2, foi o principal impulsionador dos estudos etimológicos da língua portuguesa no século XX. Para além de José Pedro Machado, existe outra obra referencial nos estudos etimológicos portugueses, o Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa3, do brasileiro Antônio Geraldo da Cunha. Mais recentemente, surgiu o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa4, obra igualmente essencial nesta área de estudos, apesar de colocar, em cada entrada, apenas uma resenha das opiniões dos estudiosos da etimologia, muitas vezes sem proporcionar mais achegas. Tirando estas obras mais “recentes”, não há publicação de outros estudos sobre os étimos das palavras portuguesas, nomeadamente daquelas que ainda são consideradas de origem obscura. Esperemos que um dia surja um Anatoly Liberman para a língua portuguesa. 1 José Pedro MACHADO, Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa - com a mais antiga documentação escrita e conhecida de muitos dos vocábulos estudados, 3.ª ed., 5 vol., Lisboa: Livros Horizonte, 1977 (1956). 2 José Pedro MACHADO, Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa, 3.ª ed., 3 vol., Lisboa: Livros Horizonte, 2003 (1984). 3 Antônio Geraldo da CUNHA, Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, 4.ª ed., Rio de Janeiro: Lexikkon, 2010 (1982). 4 Antônio HOUAISS, Mauro VILLAR, Dicionário Houaiss da língua portuguesa, Instituto Antônio Houaiss de Lexicografia e Banco de Dados da Língua Portuguesa S/C Ltda., Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2009.
|
|
|