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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Corsino Fortes (1933-2015)

(Corsino Fortes, © Anne Holmes)

Prestamos homenagem ao poeta cabo-verdiano Corsino Fortes, hoje falecido, com este seu poema:

Do nó de ser ao ónus de crescer
Do dia ao diálogo
Da promoção à substância
Romperam-se
As artérias
Em teu património
Agora povo agora pulso
Agora pão agora poema
Ilha
Ilhéu ilhota
Noite
Noite alta
E o batuque não pára
Em nossas ancas
AGORA POVO AGORA 

Corsino Fortes, Pão & Fonema, Lisboa: Sá da Costa Editora, 1980, p. 45

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