terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
"Assim não"
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Dicionário Priberam na cozinha?
Batatas, cebolas, folhas, hortelã, manjericão, tomates... Que receita terá levado os consulentes do Dicionário Priberam a deixarem a nuvem das mais pesquisadas de hoje neste preparo?
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Enigma de sexta-feira
Quem souber a resposta, faça o favor de nos elucidar.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
As palavras que o FLiP nunca dirá #5
domingo, 3 de março de 2013
Pesquisas de domingo
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
As palavras que o FLiP nunca dirá #4
Texto disponível no site da JSD de Santarém, consultado em 11-12-2012.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
As palavras que o FLiP nunca dirá #3

Documento disponível no site da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, consultado em 07-01-2011.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
"Somos o mundo, somos os linguistas"
Assim cantam os professores e alunos do Departamento de Linguística Teórica, do Research Institute for Linguistics, por ocasião do 20.º aniversário do departamento.
Aqui fica a letra, em inglês, desta nova versão de “We are the World”, da qual destacamos as partes mais... hum... poéticas:
There comes a time
When we heed a certain call,
When linguists must come together as one.
There are people speaking,
They bind and c-command;
It's grammar, the greatest gift of all.
We can't go on
Pretending day by day
That we know our language works in the brain.
We are all a part of
God's linguist family,
And the truth, you know, grammar's all we need.
We are the world,
We are the linguists,
We are the ones who make a brighter day
By making theories.
There's a choice we're making
By forming hypotheses
And we'll describe a language
Just you and me.
Send them a research group
So they'll know that someone cares
And their data will be thoroughly explored.
God has shown us
By turning stone to bread
That even a linguist must be fed.
We are the world,
We are the linguists,
We are the ones who make a brighter day
By making theories.
There's a choice we're making
By forming hypotheses
And we'll describe a language
Just you and me.
When you're criticized
There seems no hope at all,
But if you just believe
There's a usage-based approach.
Well, well, well, well, let us realize
That debates will always come
Even though we stand together as one.
We are the world,
We are the linguists,
We are the ones who make a brighter day
By making theories.
There's a choice we're making
By forming hypotheses
And we'll describe a language
Just you and me.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Também há quem lhe chame... #2
«A palavra caralho, dita no meio de uma discussão, pode dar que fazer a um juiz. Tanto que uma conversa entre dois militares da GNR - um cabo e o seu comandante - andou 14 meses em análise, primeiro por um juiz de instrução e depois no Tribunal da Relação de Lisboa. Todos os magistrados estiveram de acordo: o termo pode ser "ético-socialmente deselegante", mas não justifica "reprovação penal militar". Está dentro do que o juiz relator Calheiros da Gama designa por "linguagem de caserna", trocada num âmbito restrito e em sinal de "mera virilidade verbal".
[...]
Para a decisão contou a forma como os dois militares em causa continuam a relacionar-se, não tendo valorizado o incidente já ultrapassado. E contou também o contexto e a expressão exacta utilizada. Socorrendo-se dos dicionários da Priberam e da Porto Editora, o juiz relator sublinha que "dizer para alguém ''vai para o caralho'' é bem diferente de afirmar perante alguém e num quadro de contrariedade ''ai o caralho'' ou simplesmente ''caralho'', como parece ter sucedido na situação em apreço". No primeiro caso a expressão será ofensiva, enquanto no segundo será sinal de espanto, impaciência, irritação ou indignação.»
O texto do acórdão de que fala a notícia acima está disponível aqui. Não se aconselha a sua leitura a pessoas sensíveis ao jargão jurídico, à linguagem obscena ou à combinação explosiva dos dois.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Primeiro estranha-se, depois entranha-se

O estranhamento inicial foi sincero:
Logo seguido de entusiasmado entranhamento:
Do entranhamento à reflexão e à invenção foi um pequeno passo:
Será caso para dizer que primeiro estranha-se mas come-se e que depois entranha-se e descome-se?
quinta-feira, 1 de julho de 2010
As palavras que o FLiP nunca dirá #2

terça-feira, 15 de junho de 2010
Também há quem lhe chame...
sexta-feira, 9 de abril de 2010
As palavras que o FLiP nunca dirá #1
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Anglofonia não deve...

...ser isto: consultar a palavra camone no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa e deparar com o senhor que, segundo Bruno Nogueira, "toda a vida sodomizou a língua inglesa"!











