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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

"Assim não"

Quando Miguel Esteves Cardoso, na crónica “Patuscar Palavras”, e Ricardo Araújo Pereira, no programa Gente que não sabe estar (a partir do minuto 04:37), dois autores conhecidos pela verve e pelas suas iniciais, confundem a identidade do Dicionário Priberam, até apetece responder "Assim não", lembrando um segmento televisivo  protagonizado por RAP. Qualquer semelhança do texto abaixo com esse segmento é plenamente propositada:

- Professor, o Priberam é um dicionário online da Priberam, não é?
- É!
- Portanto devia ser reconhecido como tal?
- Exacto!
- Mas eu poderia dizer que é da Porto Editora?
- Podia.
- E o que é que me acontecia?
- Nada!
- Mas estava a ir contra a realidade?
- Estava!
- E como é que a realidade me punia?
- De maneira nenhuma!
- Isso não é um bocadinho incoerente?
- Psht! Dizer que o Priberam é da Porto Editora é um engano, mas pode-se fazer, mas é um engano. Mas pode-se fazer! Só que é um engano! O que é que acontece a quem o faz? Nada! É um engano, mas pode-se fazer. É um engano...
- Portanto, posso dizer que o Dicionário Priberam é da Porto Editora, mesmo sendo da Priberam?
- Pode!
- Mas não é um engano?
- É!
- E o que é que me acontece?
- Nada!


terça-feira, 6 de novembro de 2018

Dicionário Priberam na cozinha?


Batatas, cebolas, folhas, hortelã, manjericão, tomates... Que receita terá levado os consulentes do Dicionário Priberam a deixarem a nuvem das mais pesquisadas de hoje neste preparo? 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Enigma de sexta-feira

Os consulentes mais atentos do Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (DPLP) sabem que algumas palavras do dicionário são ilustradas com fotografias (ex.: almadia, barrosão, capulana, jambo, limpa-garrafas, mirabe, quinoa, radiobaliza, vidrão, zootrópio...). O recurso a imagens ilustrativas não pretende sobrepor-se à definição lexicográfica, mas antes complementá-la e contribuir para uma identificação mais imediata do que está a ser definido. Presentemente, o DPLP contém mais de 2100 fotografias. 

O parágrafo acima serve de introdução à seguinte pergunta: como é que se justifica que a pesquisa pela palavra “Priberam”, na pesquisa por imagens do Google, retorne várias fotografias relativas à empresa Priberam, mas apenas uma única fotografia das que estão presentes nos verbetes do DPLP? E que essa única fotografia seja, hum..., esta?

Quem souber a resposta, faça o favor de nos elucidar. :)

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

domingo, 3 de março de 2013

Pesquisas de domingo

O que deu hoje aos consulentes do Dicionário Priberam para a nuvem das palavras mais pesquisadas ter este aspecto?

(imagem captada em 03-03-2013)

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

As palavras que o FLiP nunca dirá #4

Mas corrigirá (numa próxima actualização):

Texto disponível no site da JSD de Santarém, consultado em 11-12-2012. 

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

"Somos o mundo, somos os linguistas"


Assim cantam os professores e alunos do Departamento de Linguística Teórica, do Research Institute for Linguistics, por ocasião do 20.º aniversário do departamento.

Aqui fica a letra, em inglês, desta nova versão de “We are the World”, da qual destacamos as partes mais... hum... poéticas:

There comes a time
When we heed a certain call,
When linguists must come together as one.
There are people speaking,
They bind and c-command;
It's grammar, the greatest gift of all.


We can't go on
Pretending day by day
That we know our language works in the brain.
We are all a part of
God's linguist family,
And the truth, you know, grammar's all we need.


We are the world,
We are the linguists,
We are the ones who make a brighter day
By making theories.
There's a choice we're making
By forming hypotheses
And we'll describe a language
Just you and me.

Send them a research group
So they'll know that someone cares
And their data will be thoroughly explored.
God has shown us
By turning stone to bread
That even a linguist must be fed.

We are the world,
We are the linguists,
We are the ones who make a brighter day
By making theories.
There's a choice we're making
By forming hypotheses
And we'll describe a language
Just you and me.

When you're criticized
There seems no hope at all,
But if you just believe
There's a usage-based approach.
Well, well, well, well, let us realize
That debates will always come
Even though we stand together as one.

We are the world,
We are the linguists,
We are the ones who make a brighter day
By making theories.
There's a choice we're making
By forming hypotheses
And we'll describe a language
Just you and me.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Também há quem lhe chame... #2

Há quem lhe chame muita coisa, mas "mera virilidade verbal"? E se tivesse sido uma mulher a dizê-lo? Leia-se a notícia “Quando a ofensa a um chefe dá que fazer aos tribunais” do jornal iOnline de 18-11-2010:


«A palavra caralho, dita no meio de uma discussão, pode dar que fazer a um juiz. Tanto que uma conversa entre dois militares da GNR - um cabo e o seu comandante - andou 14 meses em análise, primeiro por um juiz de instrução e depois no Tribunal da Relação de Lisboa. Todos os magistrados estiveram de acordo: o termo pode ser "ético-socialmente deselegante", mas não justifica "reprovação penal militar". Está dentro do que o juiz relator Calheiros da Gama designa por "linguagem de caserna", trocada num âmbito restrito e em sinal de "mera virilidade verbal".
[...]
Para a decisão contou a forma como os dois militares em causa continuam a relacionar-se, não tendo valorizado o incidente já ultrapassado. E contou também o contexto e a expressão exacta utilizada. Socorrendo-se dos dicionários da Priberam e da Porto Editora, o juiz relator sublinha que "dizer para alguém ''vai para o caralho'' é bem diferente de afirmar perante alguém e num quadro de contrariedade ''ai o caralho'' ou simplesmente ''caralho'', como parece ter sucedido na situação em apreço". No primeiro caso a expressão será ofensiva, enquanto no segundo será sinal de espanto, impaciência, irritação ou indignação.»


O texto do acórdão de que fala a notícia acima está disponível aqui. Não se aconselha a sua leitura a pessoas sensíveis ao jargão jurídico, à linguagem obscena ou à combinação explosiva dos dois.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Primeiro estranha-se, depois entranha-se

O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa tem uma funcionalidade que permite ver o uso de cada palavra no Twitter. Na semana passada, houve uma palavra do dia que foi claramente a estrela maior do nosso firmamento lexical, a julgar pelo número de comentários sobre ela:


O estranhamento inicial foi sincero:

Logo seguido de entusiasmado entranhamento:

Do entranhamento à reflexão e à invenção foi um pequeno passo:


Será caso para dizer que primeiro estranha-se mas come-se e que depois entranha-se e descome-se?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

As palavras que o FLiP nunca dirá #2

Mas corrigirá (entre outras, também à vista):


Comentário, no jornal online AngoNotícias, à notícia “Presidente da FNLA pede convivência sã entre seus militantes”, de 14-07-2008, consultada em 01-07-2010.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Também há quem lhe chame...

Hoje, dia da estreia da equipa portuguesa de balípodo no mundial de bolapé, podíamos dissertar aqui sobre esse grande tema que é o ludopédio, antes de assistirmos à aguardada partida de pedibola. Só não o faremos porque não queremos desviar-nos dos grandes problemas nacionais e internacionais.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Anglofonia não deve...


...ser isto: consultar a palavra camone no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa e deparar com o senhor que, segundo Bruno Nogueira, "toda a vida sodomizou a língua inglesa"!





Priberamt
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